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Artemy Arhipov
outubro 28, 2026
Atualizado outubro 28, 2026

Como hospedar um servidor de Terraria em uma VPS

Como hospedar um servidor de Terraria em uma VPS

Um servidor próprio de Terraria deixa o mundo do grupo no ar o tempo todo: ninguém precisa manter o PC ligado de madrugada, e cada amigo entra quando quiser. A forma mais simples e barata de conseguir isso é uma VPS.

A atualização 1.4.5, Bigger & Boulder, saiu em 27 de janeiro de 2026 com centenas de itens novos e conteúdo de Dead Cells e Palworld, e muitos grupos estão começando mundos do zero. Para quem joga no Brasil, conta também o ping: quanto mais perto o servidor, melhor.

Este guia foi escrito para quem nunca administrou um servidor. Nele mostramos:

  • o que é um servidor dedicado e onde rodá-lo;

  • quanta memória e CPU você precisa;

  • a instalação completa no Linux, do primeiro acesso à inicialização automática;

  • mods, privacidade, jogadores de celular, backups e erros comuns.

O que é um servidor dedicado de Terraria e por que rodá-lo em uma VPS?

Um servidor dedicado é um programa separado que mantém um mundo de Terraria funcionando sem o jogo aberto. Ele carrega o mapa, registra cada bloco, baú e chefe derrotado e recebe as conexões dos jogadores pela internet.

No Host & Play, a opção do menu do jogo, o mundo existe só enquanto o anfitrião joga. Quando ele sai, a sessão acaba para todos.

Uma VPS (servidor virtual privado) é um computador virtual alugado em um data center. Ela tem sistema operacional próprio, IP público e uma parte fixa de CPU e memória. O programa do servidor passa a morar nessa máquina, longe da sua mesa.

Alguns termos que aparecem ao longo do texto:

  • Arquivo do mundo (.wld). O mapa e todo o progresso ficam salvos nesse arquivo.

  • serverconfig.txt. Um arquivo de texto com as configurações: nome do mundo, senha, limite de jogadores.

  • Porta 7777. A “porta de entrada” de rede que o servidor usa por padrão.

Um servidor vazio entra em hibernação: o tempo no mundo para até alguém conectar, e a máquina quase não trabalha.

Onde hospedar o servidor: no seu PC, em uma hospedagem de jogos ou em uma VPS?

Existem três caminhos comuns, e cada um combina com um tipo de grupo.

No seu próprio computador. O servidor dedicado já vem junto com a versão do jogo para Windows e não custa nada. Por outro lado, o mundo cai sempre que o PC desliga ou a internet de casa oscila. Também é preciso liberar a porta 7777 no roteador, e algumas operadoras dificultam isso com CGNAT.

Em uma hospedagem de jogos. Servidor pronto com painel por uma mensalidade. Configura em minutos, só que versões, plugins e acesso aos arquivos dependem do plano. Muitos serviços cobram em dólar, o que soma câmbio e IOF à conta.

Em uma VPS. Você recebe uma máquina Linux limpa e controle total sobre ela. A primeira instalação leva cerca de meia hora, e depois o servidor praticamente roda sozinho.

Opção Custo mensal No ar 24 horas Controle sobre versões e mods Quem configura Para quem serve
PC de casa Grátis, fora a conta de luz Só enquanto o PC e a internet estão ligados Total Você, mais a liberação de porta no roteador Sessões curtas com um ou dois amigos
Hospedagem de jogos Cerca de R$ 30 a R$ 60 nos planos de entrada Sim Limitado às opções do painel O provedor Quem não quer mexer com administração
VPS (por exemplo, Serverspace) Pagamento por uso, cobrado a cada 10 minutos Sim Acesso root completo Você, uma vez, depois só manutenção leve Grupos que querem controle com custo baixo

O que você ganha com uma VPS:

  • o mundo fica disponível a qualquer hora;

  • você escolhe a versão exata do jogo, o software do servidor e os plugins;

  • a mesma máquina pode rodar um bot do Discord, um segundo mundo ou uma cópia de teste.

Em troca, atualizações, backups e segurança ficam por sua conta, e tratamos de cada ponto abaixo.

Quanta RAM e CPU um servidor de Terraria realmente precisa?

Terraria é um dos jogos multiplayer mais leves para hospedar. A Wiki oficial do jogo indica 500 MB de RAM livre para um mundo pequeno como ponto de partida. Na prática, o consumo depende mais do número de jogadores, plugins e mods do que do tamanho do mapa.

Referências que funcionam para a maioria dos grupos:

  • 2 GB de RAM, 1 vCPU: até 8 jogadores em um mundo vanilla.

  • 4 GB de RAM, 2 vCPU: cerca de 16 jogadores com TShock e alguns plugins.

  • 8 GB de RAM, 2 vCPU ou mais: por volta de 32 jogadores, mundo grande e mais plugins.

  • 4 a 6 GB de RAM: servidor tModLoader com um pacote de conteúdo pesado, como Calamity.

A velocidade do processador pesa mais que o número de núcleos, porque boa parte da lógica roda em uma única thread: uma ou duas vCPUs rápidas bastam. Disco quase nunca é problema, e um SSD ajuda mundos grandes a salvar mais rápido.

Regra prática: comece pequeno e aumente os recursos quando o servidor travar em lutas contra chefes ou invasões.

Vanilla, TShock ou tModLoader: qual versão do servidor combina com o seu grupo?

Escolha o tipo de servidor primeiro: em 2026 as três opções estão em versões diferentes do jogo.

Servidor vanilla. O programa oficial da Re-Logic, hoje na versão 1.4.5.8. Se o seu jogo no PC mostrar 1.4.5.7, está tudo certo: o último hotfix do cliente e o pacote do servidor têm numeração diferente. Serve para quem quer o jogo original.

TShock. Um mod de servidor bem popular, com ferramentas para administrar uma comunidade:

  • contas de jogador com cadastro e login;

  • grupos de permissão para admins e moderadores;

  • proteção contra trapaças, whitelist e suporte a plugins.

O TShock 6.2.1 é compatível com o Terraria 1.4.5.8, e os jogadores entram com o cliente normal do jogo.

tModLoader. A plataforma para mods de conteúdo como Calamity ou Thorium. A versão estável ainda roda no Terraria 1.4.4. Os desenvolvedores dizem que a migração para a 1.4.5 ainda vai levar muitos meses, e o ramo 1.4.4 continua recebendo manutenção como versão legada.

Um jeito rápido de decidir:

  • quer o conteúdo mais novo com os amigos → vanilla;

  • vai abrir um mundo público ou semipúblico → TShock;

  • quer mods grandes de conteúdo → tModLoader na 1.4.4.

Como configurar o servidor de Terraria em uma VPS passo a passo?

A seguir, a instalação do zero em uma VPS nova com Ubuntu 24.04. Os mesmos comandos funcionam no Debian, e cada passo leva poucos minutos.

Passo 1. Escolha o plano e a localização da VPS

Escolha um data center perto da maioria dos jogadores: para um grupo no Brasil, um servidor nos Estados Unidos deixa o jogo bem mais lento. Para um mundo vanilla, 1 vCPU e 2 GB de RAM bastam no começo.

A Serverspace oferece servidores VPS no data center SP3 da Equinix, em São Paulo, com certificação Tier III. Alguns detalhes que fazem diferença para um servidor de jogo:

  • uma máquina nova fica pronta em cerca de 40 segundos;

  • a cobrança acontece a cada 10 minutos, então um mundo de teste custa pouco;

  • o tráfego é ilimitado, e noites movimentadas não aumentam a conta;

  • CPU e RAM podem crescer depois, quando o grupo aumentar.

Escolha o template do Ubuntu, crie o servidor e anote o endereço IP e a senha de root.

Passo 2. Conecte via SSH e prepare o Ubuntu

Abra um terminal (no Windows, o PowerShell funciona) e acesse a máquina:

ssh root@IP_DO_SERVIDOR

Atualize o sistema, instale três ferramentas pequenas e crie um usuário separado para o jogo:

apt update && apt upgrade -y
apt install -y wget unzip tmux
adduser terraria
su -l terraria

Um usuário separado é um hábito básico de segurança: um problema dentro do processo do jogo não alcança o resto do sistema.

Passo 3. Baixe os arquivos oficiais do servidor

Baixe o pacote do servidor no terraria.org, descompacte e torne o programa executável:

wget https://terraria.org/api/download/pc-dedicated-server/terraria-server-1458.zip
unzip terraria-server-1458.zip
chmod +x 1458/Linux/TerrariaServer.bin.x86_64
mkdir -p ~/worlds

O arquivo traz versões para três sistemas, e na VPS você usa só a pasta Linux. O número no nome acompanha o patch: 1458 significa 1.4.5.8.

Passo 4. Crie o arquivo serverconfig.txt

Sem configuração, o servidor faz perguntas no console a cada inicialização. Crie o arquivo com nano ~/serverconfig.txt e cole:

world=/home/terraria/worlds/MeuMundo.wld
autocreate=2
worldname=MeuMundo
difficulty=1
maxplayers=8
port=7777
password=TroqueEstaSenha
secure=1
language=pt-BR

O que cada linha faz:

  • world: caminho do arquivo do mundo, criado pelo autocreate se ainda não existir.

  • autocreate: tamanho do mundo novo: 1 pequeno, 2 médio, 3 grande.

  • difficulty: 0 Clássico, 1 Expert, 2 Master, 3 Journey.

  • maxplayers: limite de jogadores, de 1 a 255 (16 se você omitir a linha).

  • port: a porta de rede, 7777 por padrão.

  • password: a senha para entrar no mundo.

  • secure: proteção extra contra trapaças.

  • language: pt-BR deixa as mensagens do servidor em português.

Passo 5. Libere a porta 7777 no firewall

Ninguém consegue entrar enquanto a porta estiver fechada. Digite exit para voltar à conta root e configure o firewall ufw:

ufw allow OpenSSH
ufw allow 7777/tcp
ufw allow 7777/udp
ufw enable

O Terraria usa TCP, e a Wiki oficial também recomenda abrir UDP em servidores na nuvem. Mantenha a primeira linha: ativar o firewall sem liberar o SSH tranca você para fora da VPS.

Passo 6. Inicie o servidor e mantenha-o no ar 24 horas

Na primeira vez, volte ao usuário do jogo com su -l terraria e inicie o servidor dentro do tmux, uma ferramenta que mantém programas rodando depois que você fecha o terminal:

tmux new -s terraria
cd ~/1458/Linux
./TerrariaServer.bin.x86_64 -config /home/terraria/serverconfig.txt

A primeira inicialização gera o mundo e leva um ou dois minutos. Para deixar o servidor rodando, aperte Ctrl+B e depois D. Para voltar ao console, use tmux attach -t terraria.

Comandos úteis no console:

  • save: salva o mundo na hora;

  • playing: mostra quem está online;

  • kick e ban seguidos do nome do jogador;

  • exit: salva o mundo e desliga o servidor.

Para o servidor subir sozinho depois de uma reinicialização da VPS, encerre o teste com exit, volte ao root e crie o arquivo /etc/systemd/system/terraria.service:

[Unit]
Description=Terraria server
After=network.target

[Service]
Type=forking
User=terraria
WorkingDirectory=/home/terraria/1458/Linux
ExecStart=/usr/bin/tmux new -d -s terraria "/home/terraria/1458/Linux/TerrariaServer.bin.x86_64 -config /home/terraria/serverconfig.txt"
ExecStop=/usr/bin/tmux send-keys -t terraria exit Enter
ExecStop=/bin/sleep 15

[Install]
WantedBy=multi-user.target

Depois rode systemctl daemon-reload e systemctl enable --now terraria. O console continua acessível pelo tmux, e uma parada normal envia exit e espera 15 segundos para o mundo salvar.

Passo 7. Entre no mundo pelo jogo

Abra o Terraria, escolha Multijogador e depois Entrar via IP. Selecione um personagem e informe o IP da VPS, a porta 7777 e a senha do arquivo de configuração.

Todos precisam usar a mesma versão do jogo que o servidor, então confira isso primeiro se alguém não conseguir entrar.

Como montar um servidor com mods usando o tModLoader?

Com mods de conteúdo, o processo muda um pouco:

Mantenha tudo separado. O tModLoader roda na versão 1.4.4, então precisa de pasta e mundo próprios. Se os dois servidores dividirem a mesma VPS, use outra porta para o servidor com mods, como 7778, e libere essa porta no firewall.

Instale o servidor. O repositório do tModLoader no GitHub traz utilitários para Linux: um script de gerenciamento que instala o servidor a partir do release oficial ou do SteamCMD e o inicia com um comando, além de uma configuração Docker para uma instalação isolada.

Adicione os mods. Copie os arquivos .tmod para a pasta Mods do servidor junto com a lista de mods ativos. O jeito mais fácil é montar a lista no seu próprio cliente tModLoader e depois enviar os mesmos arquivos.

Mesma versão para todos. O tModLoader recusa a conexão se a versão de um único mod for diferente entre jogador e servidor, então atualizem os mods juntos antes de cada sessão.

Reserve memória. Planeje de 4 a 6 GB de RAM para pacotes grandes. Um plano de 2 GB que roda o vanilla com folga pode nem conseguir iniciar um modpack pesado.

Os jogadores entram pelo app gratuito tModLoader na Steam, já que o cliente comum do jogo não carrega mods.

Como deixar o servidor privado só para os seus amigos?

Um servidor com IP público pode ser encontrado por qualquer pessoa que varre a internet. Para um mundo de amigos ou da família, algumas configurações mantêm estranhos do lado de fora:

  • Defina uma senha forte e compartilhe só no grupo.

  • Mantenha secure=1 para bloquear ferramentas comuns de trapaça.

  • Passe o IP no privado e não cadastre o servidor em listas públicas.

  • Use o ban quando precisar. O comando registra o jogador no banlist.txt; apague a linha para desfazer o banimento.

Em grupos maiores, o TShock dá controle mais fino: whitelist de IPs permitidos, contas pessoais com senha e grupos que definem quem pode construir ou usar comandos.

Atenção para servidores públicos com crianças. Pela LGPD, o IP pode identificar uma pessoa e conta como dado pessoal, e o TShock guarda esses endereços. Dados de crianças exigem consentimento específico de um dos pais ou responsável. Desde 17 de março de 2026 vale também o ECA Digital (Lei 15.211/2025), que cobre jogos e serviços online com provável acesso de crianças e adolescentes, sob fiscalização da ANPD. Para um servidor fechado de amigos e família, o caso é bem mais simples.

Jogadores de celular e console conseguem entrar no servidor?

Celulares e tablets. O próprio app consegue hospedar um mundo para até 8 jogadores, mas só enquanto o anfitrião mantém o jogo aberto. Para um mundo sempre ligado, a Re-Logic oferece um Mobile Dedicated Server separado, gratuito no terraria.org. É um pacote diferente do servidor de PC descrito aqui, e no arquivo de configuração dele a dificuldade é deslocada em um, então Expert vira 2.

PC e celular juntos. O crossplay chega em etapas, e os relatos sobre o que funciona na 1.4.5 variam. Confira os anúncios no fórum oficial e teste com um celular antes de prometer um mundo compartilhado.

Consoles. PlayStation, Xbox e Switch ainda não entram em servidores de PC ou VPS. A Re-Logic diz que o crossplay com consoles está nos planos, sem data definida.

Como fazer backup e atualizar o servidor sem perder o mundo?

Desde a versão 1.4.5.0, o servidor salva o mundo automaticamente quando o último jogador sai. Isso ajuda, mas não protege contra um arquivo corrompido ou uma atualização que dá errado. Para isso existem cópias regulares.

Backup diário. Com o usuário terraria, crie uma pasta com mkdir ~/backups, rode crontab -e e adicione uma linha:

0 5 * * * tar -czf ~/backups/world-$(date +\%F).tar.gz -C ~ worlds

Toda madrugada, às 5h, a pasta worlds vira um arquivo com a data no nome. Copie esses arquivos para fora da VPS de vez em quando, para uma falha não levar o mundo e os backups juntos.

Atualização segura:

  1. Avise o grupo sobre a pausa e rode systemctl stop terraria.

  2. Faça um backup novo da pasta worlds.

  3. Baixe e descompacte o novo pacote do servidor ao lado do antigo.

  4. Atualize o caminho da pasta no arquivo do serviço, rode systemctl daemon-reload e inicie o servidor.

  5. Digite version no console para confirmar a nova versão.

No TShock, copie também o tshock.sqlite e a pasta tshock antes de instalar uma nova versão. Esses arquivos guardam contas e permissões.

Quais limites e riscos você deve esperar?

O controle total vem acompanhado de alguns limites:

  • A administração é sua. Atualizações, backups e correções de segurança não acontecem sozinhos.

  • Portas abertas chamam atenção. Use senha no mundo, chaves SSH e sistema atualizado.

  • Os mods andam atrás. Enquanto o tModLoader estiver na 1.4.4, mundos com mods não usam o conteúdo da 1.4.5.

  • Uma localização para todos. Quem mora longe do data center terá ping maior.

Qual configuração serve para o seu grupo? Cinco cenários comuns

1. Um grupo pequeno de amigos. Três a cinco pessoas jogam algumas noites por semana: vanilla 1.4.5.8, mundo médio e 2 GB de RAM dão conta.

2. Um servidor de família. Pais e filhos dividem um mundo protegido por senha, com o IP compartilhado só dentro de casa. A dificuldade Journey deixa as crianças ajustarem o desafio ao próprio ritmo.

3. Um mundo de comunidade. Um grupo do Discord com 15 a 20 jogadores precisa de contas, moderadores e proteção contra griefing: TShock com 2 vCPU e 4 GB de RAM.

4. Uma campanha com mods. A turma quer Calamity e alguns mods de qualidade de vida: tModLoader na 1.4.4, 4 a 6 GB de RAM, mundo separado e a mesma lista de mods para todos.

5. Uma cópia de teste. Antes de uma grande atualização, o admin sobe uma cópia do mundo principal em outra porta. Se algo quebrar, o mundo principal continua intacto.

Quais erros mais derrubam servidores de Terraria?

Versões diferentes do jogo. Um cliente em um patch não entra em servidor de outro patch. Atualizem servidor e jogo antes da sessão.

Travado em “Found Server”. O jogador alcança o IP, mas não recebe resposta. Em geral, a porta 7777 está fechada no firewall ou a porta do arquivo de configuração não confere.

Caminhos relativos e falta de permissão. O servidor inicia, mas não encontra ou não salva o mundo. Use caminhos completos e guarde os mundos na pasta pessoal do usuário terraria.

Fechar o console do jeito errado. Matar o processo ou fechar o SSH sem tmux perde o progresso desde o último salvamento, e o exit-nosave nem salva. Desligue com exit.

Atualizar sem backup. Uma atualização com falha ou um plugin quebrado pode danificar o arquivo do mundo. Um backup de dois minutos antes transforma isso em uma restauração rápida.

Conclusão: próximos passos

Recapitulando o caminho completo para hospedar Terraria em uma VPS:

  • escolha o tipo de servidor: vanilla, TShock ou tModLoader;

  • dimensione a VPS para o grupo, começando com 2 GB de RAM;

  • instale o servidor, crie o serverconfig.txt e libere a porta 7777;

  • configure a inicialização automática, a senha e o backup diário.

Comece com um mundo vanilla, adicione o TShock quando o grupo crescer e suba um servidor tModLoader separado se a turma quiser mods. Uma VPS pequena da Serverspace em São Paulo basta para o primeiro mundo, mantém o ping baixo e ganha memória depois sem mudar de lugar.

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